Relembrando

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Além de refrescante para matar a sede em dias de muito calor e possuir baixo valor calórico, a água-de-coco é grande aliada para a boa saúde, além de possuir vários benefícios que contribuem para a manutenção da beleza. Eu entrevistei a nutricionista e, na época mestre em Ciências da Saúde, Isabela Leal Calado, sobre os benefícios da água-de-coco. Essa é mais uma das minhas antigas matérias, mas que traz informações muito interessantes.

Quais as propriedades da bebida e para que elas servem?
A semente do fruto, proveniente de Cabo Verde, foi trazida para o Brasil, pelos portugueses em 1955. A água-de-coco é um produto natural, livre de contaminação, que apresenta baixo valor calórico, pois um copo (200ml) possui apenas 40 kcal. Em sua composição 93% é água, 5% de açúcares e sais minerais.
A água de coco contém sais minerais como sódio, potássio, cálcio, magnésio, manganês, ferro, zinco e cobre. Esses nutrientes ajudam a repor líquidos e eletrólitos que perdemos quando transpiramos.
Quando verde, a água é rica em vitamina C, que atua no combate a radicais livres, o detalhe é que para ter esse benefício o coco deve ser retirado do coqueiro até seis meses antes, o que geralmente não acontece.
A água-de-coco é considerada uma bebida isotônica natural, pois contém água, é adoçada naturalmente e contêm sais minerais. É superior aos demais isotônicos, pois não provoca náuseas e nem sensação de desconforto gástrico, podendo ser consumida em maiores quantidades.

Os benefícios que e a água-de-coco natural oferece se diferem da água de coco vendida em caixinha nos supermercados? Qual a melhor opção?
A água-de-coco natural deve ser sempre a preferida. A água-de-coco industrializada pode ter açúcar e conservantes adicionados a sua composição. Os minerais, especialmente sódio e potássio não se perdem na industrialização.

Existe contra-indicação para o consumo da água-de-coco?
Para quem é portador de diabetes o consumo deve ser cauteloso, pois a água-de-coco contém glicose, que se consumida em excesso pode alterar os níveis de glicemia. Pessoas com hipertensão arterial e disfunção renal não devem abusar da bebida, em função do sódio que esta bebida contém. Nestas situações, o consumo de água-de-coco não deverá extrapolar três copos por dia.

Quando o assunto é emagrecer, o que a bebida reserva para quem está acima do peso? De que forma consumir para atingir esse objetivo?
Desde que o indivíduo siga um plano alimentar orientado, a água-de-coco poderá ser consumida nos intervalos das grandes refeições, mas nunca como substituto destas.

Existem doenças que podem ser curadas ou terem suas reações amenizadas com o consumo contínuo da água-de-coco?

A água de coco é um alimento saudável, hipocalórico, rico em minerais, podendo fazer parte da alimentação saudável, mas não existem estudos científicos específicos demonstrando “o poder de cura” da água de coco para doenças. É sabido que uma alimentação balanceada, aliada à prática de exercícios físicos é capaz de minimizar o desenvolvimento das DCNTs (Doenças Crônicas Não Transmissíveis), como as doenças cardiovasculares, a hipertensão, o diabetes e o câncer.

Qual o benefício da água-de-coco para as gestantes?
Alguns estudos mostram que o consumo de água-de-coco minimiza a pirose (azia) comum na gestação. Por ser um alimento saudável, poderá ser consumido, lembrando que na gestação é imperativo que se tenha uma alimentação equilibrada e orientada para esta condição.

Existem riscos para a saúde de crianças, caso consumam água-de-coco ao invés de água normal?
Considerando que a água-de-coco é rica em minerais, especialmente sódio e potássio, não se deve substituir a água potável por água-de-coco, posto que poderá haver uma sobrecarrega renal. A bebida poderá ser consumida por crianças, mas não necessariamente em substituição total da água.
Lembra-se que a água-de-coco é um isotônico natural, posto que pela sua composição rica em minerais, poderá ser consumida nos casos de diarréias e desidratação, para reidratação do organismo.

Dica da Nutricionista
Sempre que for comprar água de coco, atente para o armazenamento do coco, a higiene do local, do vendedor e da faca que irá perfurar o coco.

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Fuja da caspa

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Quem acompanha o blog já deve ter percebido que não estou atualizando diariamente, nem mesmo próximo a isto. É porque estou tendo que estudar muito nesse período e, possivelmente, esses estudos vão se prolongar até março. Então, para não deixar o blog sem informações relevantes, resolvi desenterrar algumas matéria interessantes que fiz sobre saúde e beleza. A primeira é sobre caspa, um assunto que pouca gente gosta de falar, mas eu confesso que sofro deste mal desde a época do vestibular (muito nervoso). Há algum tempo, entrevistei a dermatologista Daniella Spinato e ela foi super explicativa. Além disso, ela tem um blog muito legal no qual ela escreve resenhas de produtos e dá dicas de saúde (http://www.strawberryandpeach.blogspot.com). Confira a matéria:

Caspa: combatendo pela raiz

Quem não tem, conhece pelo menos uma pessoa que padece com a caspa. Embora seja muito comum, as pessoas que têm caspa normalmente ficam extremamente incomodadas com as “casquinhas” que, em alguns casos, chegam a cair nas roupas. Transtornos à parte, em casos extremos a caspa pode provocar até mesmo lesões no couro cabeludo.

“A caspa é um problema muito comum, é a descamação do couro cabeludo de forma leve ou acentuada. E, diferente do que muitas pessoas imaginam, ela não é contagiosa”, explicou a dermatologista Daniella Spinato, especialista em dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e especialista em laser, cosmiatria, dermatoscopia, e cirurgia dermatológica, pela Universidade de Miami, nos Estados Unidos.

Segundo Daniella Spinato, a caspa pode ser a consequência de dois problemas: irritação por produto químico e dermatite seborréica. Nesse último caso, o aparecimento da caspa está relacionado suscetibilidade individual, ou seja, a pessoa tem uma propensão a ter caspa e em algum momento da vida o problema é desencadeado.

Além da disposição genética, a dermatite seborréica está relacionada à produção excessiva de sebo (oleosidade), ao excesso do fungo denominado Malassezia, e a descamação e inflamação do couro cabeludo. “Existem ainda fatores agravantes como extremos de temperatura (muito frio durante o inverno e muito calor durante o verão), fatores hormonais, e problemas imunológicos”, ressaltou a dermatologista.

Quem sofre com o problema às vezes desenvolve o hábito de coçar a cabeça ou retirar a caspa com a unha, mas isso pode piorar a situação. “É ruim porque pode provocar uma infecção secundária, atrapalhando o tratamento”, advertiu Daniella Spinato.

Tratamentos – Para combater o problema, primeiramente é necessário procurar um dermatologista que poderá avaliar o que está ocasionando a caspa e sua gravidade. A partir dessa análise é que será recomendado o tratamento adequado. “O tratamento que considero mais adequado é feito administrando xampus comerciais e loções capilares, ou xampus terapêuticos. Tem períodos que aumenta a gravidade do problema. Em outros momentos, a caspa pode até sumir. Para cada uma dessas etapas há um tratamento específico, que deverá ser administrado por um dermatologista após a análise do problema”, comentou Daniella Spinato.

A diferença do xampu comercial, aquele comumente encontrado em supermercados, para o xampu terapêutico está na concentração dos ativos. Neste a concentração é muito maior, por isso, é mais eficaz no combate à caspa e é mais recomendado para períodos em que o problema não está controlado.
Além da administração de xampus e loções, existem outros tratamentos para a caspa, tais como o uso de corticóide em loção e de antifúngico oral. “Eu particularmente não gosto de usar corticóide em loção, porque embora apresente uma melhora rápida, posteriormente, pode ter um efeito rebote, piorando o quadro”, frisou a dermatologista.


O que pode piorar a caspa:

– Uso constante de secador.
– Uso de água quente para lavar os cabelos.
– Dormir de cabelo molhado ou úmido.
– Escovas permanentes que utilizam o formol (o que inclusive já foi proibido pela Anvisa).

Operação sem pelos

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Acho que nunca vou me acostumar totalmente a escrever a palavra pelos sem acento, mas vamos lá. Os pelos sempre foram um problema pra mim, além de ter em grande quantidade, em algumas áreas eles eram muito grossos, como nas pernas, por exemplo. Para completar eu sempre sofri muito com os métodos mais comuns de depilação, leia-se cera quente, fria e lâmina. Com as ceras, tinha o problema dos pelos encravarem após a depilação e a lâmina dava irritação. Por causa disso tudo, resolvi experimentar a depilação com luz pulsada, que não é a mesma coisa que o laser porque não é um método definitivo, mas a dura bastante e com o tempo de tratamento a quantidade de pelos diminui significativamente.

Onde faço a depilação é por área, não é tão barato, mas se comparado com o laser é mais em conta. Também não dói tanto quanto o laser (já me disseram que dói bastante e a luz é plenamente suportável, garanto). Como todo método de depilação, tem suas restrições. Não pode pegar sol na área depilada, até um certo tempo, e, antes, você tem que fazer uma avaliação para saber se pode usá-lo. Enfim, recomendo para quem como eu não consegue viver com lâmina e cera. A frequência é uma vez ao mês mas já passo o mês inteiro sem que cresça pelos em algumas áreas e os que crescem são tão finos que dá para usar saia o mês inteiro (rsrsrs). Vale ressaltar que estou no quinto mês que depilo as pernas com a luz pulsada.

PS: Como esse método tem suas restrições, e já vi muitos pacotes sendo vendidos em sites de compras coletivas, recomendo sempre verificar a qualidade do serviço prestado pela loja que está oferecendo o pacote, se for comprar por esses sites. É bom tomar cuidado pegando a referência do lugar com alguém que já fez.